quinta-feira, 18 de outubro de 2007

O crescimento do Islã

Publicação da Folha de São Paulo
para entender o Islã


Comentários de João Cruzué para o Blog Olhar Cristão:
A essência da mensagem que estamos passando com a publicação do artigo abaixo é a seguinte: Não importa a quantidade de fiéis, se no presente século uma religião qualquer não se dispuser a combater as desigualdades sociais e atender as necessidades dos excluídos, vai perder terreno e seu rebanho para outra que alie ações sociais ao discurso.

A própria Bíblia ensina no capítulo 25 de Mateus a importância do exercício do amor em relação aos excluídos e necessitados, como também adverte quanto ao castigo dos omissos. O Islã avança no mundo inteiro porque seu discurso e suas atitudes encontram forte simpatia entre as populações sofridas, excluídas e abandonadas. Seu apelo não é elitista.

Sou cristão e sei que Jesus Cristo é o Senhor e Salvador . Mas se as denominações brasileiras, chamadas cristãs, abandonarem os pobres, os excluídos, os amargurados, os que estão na miséria - e achá-los desprezíveis e considerar seu cheiro repugnante, e tornarem-se Igrejas elitistas, o Evangelho de Jesus Cristo será escandalizado como o foi na Índia e na África, e o Brasil ainda no século XXI poderá ter um aumento formidável de muçulmanos.

Parte do artigo publicado na Folha de São Paulo:

"(...) O Islã não é um bloco monolítico, nem muito menos estanque. Religião predominante no Oriente Médio e em vastas porções da África e da Ásia, reúne hoje cerca de 1,3 bilhão de pessoas, de diferentes origens étnicas, culturais e sociais. São árabes, iranianos, afegãos, paquistaneses, turcos, chineses, indonésios (89% dos 204 milhões de habitantes do maior país muçulmano), africanos, europeus e americanos.

Participam da Organização da Conferência Islâmica, que pretende "assegurar o progresso e o bem-estar de todos os muçulmanos do mundo", 56 Estados 1. A presença dos muçulmanos se faz notar cada vez mais na Europa, onde são por volta de 15 milhões, sobretudo na França (5 milhões). Nos Estados Unidos, com seus 7 milhões de muçulmanos, o Pentágono permite aos soldados jejuar no mês sagrado do Ramadã, libera os praticantes para rezar as cinco orações diárias e põe à disposição alimentos em concordância com os preceitos islâmicos.

No Brasil, muçulmanos organizaram o principal levante urbano contra a escravidão na América --a Revolta dos Malês, em 1835. Atualmente, o país possui cerca de 1,5 milhão de adeptos, muitos sem ascendência árabe.

A palavra "islamismo", ou "Islã", vem de Islam, que significa "submissão [a Deus]". A raiz (slm, em árabe) é a mesma que originou "muçulmano" (de muslim, "aquele que se submete a Deus") e salâm ("paz"). A doutrina islâmica se baseia no livro sagrado Alcorão e nos atos, ditos e ensinamentos de Muhammad 2, considerado o último mensageiro enviado por Deus. Os muçulmanos acreditam nos profetas anteriores a ele, inclusive Jesus Cristo. O islamismo não nega o judaísmo nem o cristianismo, mas se considera a religião que completa as mensagens anteriores e sela o período das profecias numa síntese final.

Os muçulmanos crêem num único Deus (Allah, termo usado também por árabes cristãos), onipotente, que criou a natureza por meio de um ato de misericórdia. Consciente da debilidade moral da humanidade, Deus enviou profetas à Terra. Adão foi o primeiro e recebeu o perdão divino --o islamismo não aceita a doutrina do pecado original."

O restante em:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u102755.shtml



João Cruzue - cruzue@gmail.com

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Feriados da China

Duan Wu em Hong Kong

A China tem dois longos feriados nacionais desde 1.999. O primeiro, de 01 a 07 de maio, cujo primeiro dia coincide com o Dia do Trabalho e no dia 04 comemora-se o Dia da Juventude. O segundo feriado prolongado, de 01 a 07 de outubro, comemora-se algo paraceido com nossa Semana da Pátria, sendo que o dia 1º de outubro é o Dia da Nacional. O governo chinês instituiu estas duas semanas de feriados prolongados com o propósito de promover o turismo interno, o que tem acontecido, pois durante elas, milhões de famílias aproveitam para viajar.

Além dos grandes feriados, existem feriados e dias de festividades específicos. O Dia da Mulher, coincide com o nosso 08 de março. Já o Dia da árvore ( Dia da Plantação) é comemorado em 14 de março. A maior festividade chinesa é o Festival da Primavera que é comemorado no primeiro dia do ano chinês, cuja data não é fixa como em nosso calendário ocidental.

Tem o Festival de Duan Wu, (Dragon Boat) o mais famoso da China, que acontece há mais de 2000 anos. O personagem lendário é o poeta Chu Yuan. Conta-se que ele deu conselhos para o rei de sua época dizendo que o aumento da corrupção levaria o país a ser conquistado. Não sendo ouvido, tentou um recurso desesperado atirando-se nas águas do Rio Miluo onde morreu afogado. Por isso, nesta data, que acontece no quinto dia, do quinto mês do calendário lunar chinês, organizam-se competições em longos barcos a remo enfeitados, que carregam grandes tambores que rufam como trovões, enquanto bolinhos de arroz cozido são jogados nas águas para que os peixes se alimentem deles e deixem de comer o corpo do poeta.

O Dia da Criança é comemora-se em 1º de junho. E, em 1º de julho é celebrado o Dia do estabelecimento do Partido Comunista Chinês.

Autor: João Cruzué
colaborador: M. Kaishuan - Wuhan - China

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Mongolia

acampamento próximo à Ulaanbaatar

por joão cruzué

Com um território de 1.566.500 km² e população de 2.7 milhões de habitantes, a Mongólia está encravada no coração da Ásia Central, ensanduichada entre duas superpotências: Rússia e China. Íntima aliada da antiga União Soviética durante sete décadas, a Mongólia embarcou em 1990 na estrada para a democracia e reformas políticas e hoje está vagarosamente abrindo suas portas para o mundo.

A história desta nação começa há 12 séculos atrás, com 300 mil almas fortemente unidas em várias tribos nômades, que na virada do século XX alcançava mais de meio milhão de pessoas. Durante as sete décadas seguintes debaixo de um regime comunista, esta população quadruplicou, especialmente após o "baby boom" dos anos 60, principalmente pelo incremento das políticas de saúde e educação com assistência soviética. Nos dias de hoje, cerca de 70% da população tem menos de 35 anos, e, cerca de 47% dela, ainda permanece nômade.

A taxa de alfabetização na Mongólia é de 97%. São 500 mil alunos matriculados em escolas de até o segundo grau e outros 140 mil se graduam junto a 198 universidades federais e faculdades privadas.

Embora os mongóis tenham desenvolvido sua própria escrita, antes do século XIII, cerca de 50 anos atrás ela foi banida pelos russos, que impuseram o alfabeto cirílico russo com escrita oficial. Depois da revolução democrática de 1990, o parlamento mongol decidiu reintroduzir a escrita mongol antiga como a principal condição prévia para preservar a cultura tradicional e identidade nacional.

A língua mongol original, escrita verticalmente, está novamente sendo ensinada nas escolas de primeiro e segundo graus, desde 1994. Atualmente, 30% dos mongóis sabem escrevê-la, ao passo que apenas 50% a sabem ler.

Os três esportes principais são: corrida de cavalos, lutas e torneios de arco e flecha.

Ulaanbaatar, "Herói Vermelho", nome da Capital da Mongólia, é seu principal centro político, comercial, financeiro, cultural e científico. Metade da população nacional, cerca de 1,2 milhão, vive em Ulaanbaatar. Ali é oferecido uma grande variedade de atrações turísticas como museus e mosteiros, da mesma forma que existem também serviços bastante modernos. A Capital é o principal portão de entrada da Mongólia para os turistas estrangeiros

A Mongólia é, depois do Tibet, um berço forte da religião budista. Na virada do século XX, cada família era obrigada a mandar um de seus filhos para um um mosteiro, para se tornar um monge.

Todavia, com a chegada dos comunistas na década de 20, a religião foi duramente reprimida, e todos os mosteiros foram destruídos, exceto um. Cerca de 30 mil monges e sacerdotes foram executados e outros 70 mil expulsos ou encarcerados. Em 70 anos, o budismo foi quase erradicado da Mongólia, mas a liberação em 1990 permitiu seu pacífico reavivamento. Hoje, mais de 140 monastérios budistas foram reconstruídos.

Sob esta nova liberdade de crença, outras religiões concorreram, incluindo cerca de 30 igrejas e denominações, sendo a maioria delas cristãs. Outra religião popular é o Islã, praticada por uma minoria de 60 mil "kazaks" da província de Bayan Ulgii.


Frases úteis

Alô - sain - by - noo

Tchau: by - yar - tai

Obrigado: by - yar - la

Sinto muito: uch - la - rye

Não se preocupe: zoo - gear

Eu não sei: me - de - qui

Quanto custa?: Yamar oon - tay way?



Tradução de João Cruzué

Fonte: Jornal "Mongolia Today"






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Como fazer mudas de árvores



DICAS PRÁTICAS DE FÁCIL EN
TENDIMENTO

Jatobá - 14.12.08
Muda de jatobazeiro com 35 dias.

saquinhos com camu-camu

saquinhos com graviola

por João Cruzué

Oi pessoas - aqui vão meus conhecimentos de caipira.

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TEXTO ATUALIZADO AQUI: Como fazer Mudas
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Em homenagem ao "Dia da Árvore" - 21 de setembro - vai esta receita freqüentemente usada por nós, aprendida no campo, nos tempos da adolescência. Ainda semana passada, estivemos com a mão na massa, num processo para conseguir 60 mudas de "cidra". Se você pensou naquela fruta cítrica cuja a casca depois de ralada é usada em receitas de doces de leite ou coco, de cortar, para deixar aquele aroma irresistível e um paladar surpreendente - acertou!

como fazer

Recipientes - aqueles saquinhos escuros, com furinhos, normalmente usados para fazer mudas de café ou eucalipto. Há vários tamanhos de 20cm, 50cm, 80cm - de altura. O da foto acima, contém mudas de graviola - de 50cm. Normalmente uso os de 20cm, porque são coisas que logo vão para o lugar definitivo.

Terra para o conteúdo - 1/3 de argila (terra de barranco vermelha) + 1/3 de areia + 1/3 de terra orgânica ou esterco de boi seco. Para 50 mudas, um balde de 10 litros de conteúdo de cada um dos três itens.

Mistura - reúna e misture os três tipos terra em um monte com enxada ou uma simples pá de pegar lixo. Com uma peneira de arame comum, peneire a terra fazendo outro monte. O que não passar pela peneira deixe separado.

Enxendo os saquinhos de plástico - a melhor maneira de fazer isso é com um pedaço de cano - 20cm - de duas polegadas de diâmetro. Veste-se o cano até o meio do plástico, segurando firme com a mão. Em seguida, enfie o cano no monte de terra peneirada até conseguir encher os saquinhos. A medida correta é até a dois centímetros da boca. Pode ser que fique um pouco estranho da primeira vez, mas depois você verá que é o uso do cano torna a tarefa mais rápida.

Onde colocar - a vantagem deste sistema é reunir várias plantas em um lugar provisório, sombreado, próximo ou dentro de casa, para facilitar, por exemplo, o ato de aguar até que as plantinhas nasçam e depois, até que fiquem no ponto de mudança.

Que tipo de planta - com os recipientres prontos, a escolha é sua. Laranja, mexerica, mamão, maracujá, tomate, qualquer coisa que tenha sementes pequenas. Também é ótimo para colocar estacas de rosas, figo, ramos de videira, etc. Se for sementes de cidra, mamão ou maracujá - planta-se de duas a três sementes por saquinho. Ficará a mais vigorosa.

Profundidade - depende da árvore. Sementes de frutas cítricas devem ser enterradas a uns dois centímetros. Hortaliças - bem razinho.

Água - sem água e sem escuridão, as sementes não nascem bem. Rega-se bem antes de plantar, e depois pela manhã e à tarde. O melhor ponto de humidade é que depois da rega não haja barro.

Cobertura - devido a necessidade de escuridão, depois de plantar as sementes, em cima dos sacos reunidos num cantinho ou debaixo de uma sombra, eu costumo colocar duas folhas de jornal, dobradas, com pequenos pesos distribuídios, em cima. Água e escuridão - para germinar, as sementes não podem pegar sol diretamente, nem claridade. Dois dias depois de nascidas, e cada espécie tem seu próprio tempo, retira-se as folhas de jornal, porém, dependendo da espécie, os saquinhos devem continhar à sombra.

Por que usar o saquinhos para fazer mudas: é um lugar provisório, que você pode cuidar em na varanda de sua casa, no terraço, no quintal. Depois de grandes podem ser levadas ao lugar definitivo. Existe mudas, que ao mínimo arrebentar de raízes morrem quando transplantadas de um lugar para outro. Usando o saquinho de plástico, não. É só tomar cuidado no ato de rasgar o fundo da embalagem no ato de plantio definitivo.

autor: João Cruzué - cruzue@gmail.com

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11 de setembro 2001

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Sequência de fotos organizadas por João Cruzué

para o Blog Olhar Cristão










nove de setembro de 2001
prefácio do século XXI
As torres do WTC no chão
2.979 mortos
Islã x USA

por joão cruzue - para o Blog Olhar Cristão




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